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3º Festival Internacional de Curtas-Metragens de Belo Horizonte De 29 de maio a 10 de junho de 2001.
Depois de uma ausência de cinco anos, o Festival chegou a sua terceira edição. Dentre as novidades, o caráter competitivo com recentes realizações (com distribuição de prêmios em dinheiro e em serviços cinematográficos), a ampliação dos espaços de exibição – além do Cine Humberto Mauro, foram utilizados o Cineclube Savassi e o Centro de Referência Audiovisual (CRAV) – e as exibições dedicadas ao público infantil na Matinée Curta. Ao todo, foram realizados 28 programas em 86 sessões, com entrada franca, acumulando um público de 21.034 espectadores. As salas exibiram 135 curtas-metragens (73 estrangeiros e 62 brasileiros), sendo 60 inéditos no país, dentre eles oito do cineasta polonês Kzystof Kieslowski. As mostras foram divididas em Competitivas (Paralela Brasil, Paralela Minas e Competição Oficial); Informativas (Novos da Nova Zelândia, Curta La France! e Seleção Danish Film Institut) e Retrospectivas (Uma Vez Kieslowski, Benditos do Carlão e Ivan Cardoso – diretor homenageado com 10 de seus filmes produzidos entre 1973 e 1999).
Premiação
Melhor curta-metragem (Júri) - Krasna América, de Peter Roloff (Alemanha)
Melhor curta-metragem brasileiro (Público) - O Branco, de Liliana Sulzbach (Brasil)
Melhor curta-metragem (Crítica) - O Sanduíche, de Jorge Furtado (Brasil), e Table Manners, de Ursula Méier (Bélgica)
Melhor diretor estreante em 16mm - O Mundo Segundo Silvio Luiz, de André Fancioli (Brasil)
Melhor diretor estreante em 35mm - Iminente Luna, de Maurício Lanzara (Brasil)
Melhor curta mineiro (Público) - Perdemos de 1 a 1, de Patrícia Moran (Brasil)
Melhor curta mineiro (Júri) - De Incerta Feita, de Bel Bechara e Sandro Serpa (Brasil)
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